#2 Em que circunstâncias Deus se recusa a ouvir a nossa oração? – Conhecendo o Rei

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“E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jeremias 29:13).

Texto passado, iniciamos a resposta à pergunta que intitula este texto nos baseando em diversas passagens bíblicas que confirmam a inutilidade de nossas orações quando não nos apresentamos de modo sincero a Deus. Dentre essas situações, falamos de pecado e hipocrisia. Jeremias 29:13 nos afirma que acharemos a Deus quando o buscarmos de todo o nosso coração.

Porque é tão importante para Deus que nos apresentemos de todo nosso coração? Ora, todos gostamos de nos aproximar de pessoas que são sinceras e não, dissimuladas. Assim também é Deus. John Bunyan fala que “a sinceridade induz a alma a abrir o coração diante de Deus com toda simplicidade, a apresentar-lhe o caso de forma franca, sem equívocos; a condenar-se claramente, sem dissimulação; a clamar a Deus desde o mais profundo do coração, sem palavras ocas e artificiais”. Oração sincera é aquela em que não há esforço nos lábios, mas simplicidade no coração.

No texto de hoje, apresentarei mais duas circunstâncias que levam Deus a se recusar a nos ouvir. Uma delas é a falta de submissão à vontade de Deus.

Uma oração que Deus ouve é uma oração em que todas as nossas petições estão submetidas à vontade de Deus, tendo a consciência de que ela é boa, perfeita e agradável. Os nossos desejos e o nosso coração devem estar totalmente aos pés do Senhor e em nosso anseio deve existir a certeza de que tudo deve ser feito conforme melhor lhe agradar. A oração do Pai Nosso já nos ensina: “Venha a nós o teu Reino, seja feita a tua vontade”. Cristo, com toda a sua humildade, em todas as suas orações também nos ensina a nos submetermos à vontade do Pai. Certa vez, orou: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice; entretanto, não seja feita a minha vontade, mas o que Tu desejas” (Lucas 22:42).

É bem verdade que muitas vezes fazemos exigências e não orações, como se Deus fosse, de alguma forma, obrigado a realizar aquilo que desejamos. Contudo, é ainda mais verdade que Deus não ouvirá, de modo algum, a oração daquele que não submeter sua vontade a dele.

Entendamos também que o fato de submetermos nossas petições à vontade de Deus não significa que devemos duvidar daquilo que ele pode fazer por nós. Nesse caso, a falta de fé também tem como consequência a ausência da resposta de Deus. Vejamos:

“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até se a este monte disserdes: Ergue-te, e precipita-te no mar, assim será feito.” Mateus 21:21

Jesus nos fala que se tivermos fé e não duvidarmos, aquilo que pedirmos será feito. O que nos leva a acreditar que o contrário também é verdade; se não tivermos fé e duvidarmos, aquilo que esperamos que aconteça, não acontecerá. “E esta é a confiança que temos nEle, que se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido”, isto é, pedindo no Espírito de graça e súplica (1 João 5:14,1 5).

Em toda nossa caminhada cristã, é necessário ter fé, não apenas na oração, mas no viver. Orar sem fé é falar com Deus sem acreditar naquilo que você está fazendo. Hebreus nos diz que a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. A confiança em Deus é fundamental no nosso relacionamento com ele; devemos sempre acreditar que ele não só pode fazer aquilo que pedimos, como pode fazer ainda melhor, segundo a sua vontade.

Daremos continuidade a esse estudo, no próximo texto!

Fiquem na paz de Yahweh!

AUTOR (A)

Rayanne C Antunes

18 anos, pernambucana, acadêmica de Engenharia, membro da Comunidade Cristã Evangélica, colunista do Servos de Jesus.

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