Conhecendo o Rei: Jesus, o maior discipulador

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“Se alguém quer ser meu seguidor, que esqueça os seus próprios interesses, esteja pronto cada dia para morrer como eu vou morrer e me acompanhe. Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa terá a vida verdadeira. O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira e ser destruído? Pois, se alguém tiver vergonha de mim e do meu ensinamento, então o Filho do Homem também terá vergonha dessa pessoa, quando ele vier na sua glória e na glória do Pai e dos santos anjos. Eu afirmo a vocês que estão aqui, há algumas pessoas que não morrerão antes de ver o Reino de Deus.” Lucas 9: 23-27 (NVI)

Um dos maiores desafios de nós, como cristãos, é ser um verdadeiro discípulo de Jesus. Isso porque, ser discípulo vai muito além de ser ensinado por alguém, por um rabi, um mestre; significa também ser como esse mestre, viver seus ensinamentos.

Se é um desafio para nós, como discípulos, é também um desafio para o discipulador. Ora, se há pessoas que o seguem, logo, ele deve ser um exemplo. Um discipulador tem uma grande responsabilidade nos ombros, pois seus ensinamentos inspirarão outras pessoas e as farão vivê-los.

Nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, encontramos relatos do discipulado de Jesus e como ele se comportava como líder e mestre. Ao lermos esses livros, concluímos que não houve, nem haverá maior discipulador como Jesus Cristo. Se há um exemplo de ser humano a ser seguido e imitado (e, de fato, há), esse homem é Cristo.

No fim do sermão do monte, Mateus testemunha que as multidões estavam maravilhadas com as doutrinas de Jesus, pois ele as ensinava como quem tem autoridade. Jesus sabia exatamente o que estava fazendo e isso porque ele tinha autoridade para tal. Essa autoridade não vinha de suas palavras, mas práticas. Há uma frase que diz: “Discipular é ensinar a fazer, fazendo.” Jesus não apenas ensinava, mas praticava.

Outro ponto do discipulado de Cristo, é que ele preparava seus discípulos socialmente, eticamente e moralmente. Os ensinamentos dele trazem à tona os nossos princípios e valores. A maneira que devemos nos comportar é à sua maneira, seja diante de prosperidade ou aflições, ordem ou caos. Quando Paulo fala em Romanos para que nós nos transformemos pela renovação da nossa mente, acredito que isso também significa não deixar o mundo nos influenciar. E os ensinamentos de Cristo são o único caminho para cumprir tal feito.

Como, então, ser um discípulo de Jesus? Bem, para responder tal pergunta teríamos de passar dias, meses, anos falando sobre isso e ainda não chegaríamos ao fim da resposta. Mas uma coisa ele nos ordena: se alguém quiser seguí-lo, deverá perder a sua própria vida. Deixar de lado seus interesses. Se alguém quiser ser um verdadeiro discípulo de Cristo, negue-se a si mesmo e carregue a sua cruz. Rick Warren comenta que “O negócio da igreja é mover as pessoas do ‘vir e ver’ para ‘vir e morrer’.

Seguir a Cristo não é fácil,  ele também nunca disse que seria. Mas ele nos ensinou como nos comportar, seja nos momentos fáceis ou difíceis. Ele não só ensinou; mostrou como deveríamos viver, vivendo. A melhor maneira de ser alguém íntegro, reto, que ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, é se atentar para a vida de Cristo e sua essência e buscar imitá-lo de todas as formas. Isso significa negar o nosso eu e deixar a sua luz brilhar em nós.

AUTOR (A)

Rayanne C Antunes

18 anos, pernambucana, acadêmica de Engenharia, membro da Comunidade Cristã Evangélica, colunista do Servos de Jesus.

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