Cuidando do Templo: Controlando o nosso corpo

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“Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem” – Gálatas 5:19

“Receio que, ao visitá-los outra vez, o meu Deus me humilhe diante de vocês e eu lamente por causa de muitos que pecaram anteriormente e não se arrependeram da impureza, da imoralidade sexual e da libertinagem que praticaram” – 2 Coríntios 12:21

“A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa” – 1 Tessalonicenses 4:3-4

Estas e outras numerosas referências bíblicas tratam de um assunto em comum: a deturpação do significado e da aplicação da atividade sexual, causada por nossos prazeres e motivações egoístas (novidade!). Como os “menos que nada” que somos diante da grandeza e sabedoria de Deus, por vezes somos incapazes de compreender sua atuação (e a motivação desta), porém eis aí mais um exemplo do quão maravilhosas e sábias são suas ordens, apesar da nossa anteriormente citada ignorância e pequenez.

Trazendo pro nosso contexto mais uma das nunca “fora de moda” recomendações dos mensageiros de Deus, não é de se espantar a convicção com que Paulo afirma que ”quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo”. As estatísticas são assustadoras acerca de doenças como a AIDS, adquirida na esmagadora maioria das vezes como fruto da prática sexual irresponsável e em desacordo com as recomendações sagradas. São cerca de 734 mil pessoas vivendo com HIV/AIDS no Brasil (dados de 2014), correspondendo a uma prevalência de 0,4% de toda a população. Levando-se em conta os jovens de 17 a 21 anos do sexo masculino, a prevalência estimada em 2007 foi de 0,12%. Não são poucos os indivíduos que carregarão por toda a vida o flagelo de uma doença ainda incurável por nossa medicina limitada, sendo suscetíveis a toda sorte de doenças oportunistas (incapazes de afetar pessoas com o sistema imunológico intacto) e dependentes de medicamentos carregados de efeitos colaterais e de eficácia muitas vezes passageira (mais uma vez: a doença é pra vida toda!). Esses são os impactos imediatos e sempre lembrados desse mal, mas não podemos desconsiderar as importantes e frequentes repercussões psicológicas (depressão, ansiedade…) e sociais (dificuldade de aceitação em muitos ambientes, empregos e relacionamentos) resultantes do preconceito que aflige essas pessoas.

A comunhão de duas pessoas em prol do amor mútuo e, acima de tudo, de uma vida compartilhada de dedicação ao perfeito projeto de Deus, encontra uma representação na consumação do ato sexual. Poderíamos citar ainda vários dos frutos obtidos da fuga desse princípio (desestabilização do casamento resultante do adultério, traumas decorrentes da violência sexual, homossexualismo e a desconstituição da família tal como é preconizada pela Bíblia…), mas aqui decidimos enfatizar este que é um dos mais característicos pilares de nossa imperfeição: o corpo frágil e vulnerável. Então, cabe a nós o policiamento e a lembrança de que fomos “comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo.”

Texto de: Welison Gutherrez

AUTOR (A)

Emanuela Reis

Acadêmica de medicina, 21 anos, membro do corpo de Cristo, Igreja Batista da Glória em Teresina. Sou colunista do Cuidando do Templo e desejo ardentemente viver toda a minha vida para glorificar a Deus e desfrutá-la eternamente.

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