Bullying – Cuidando do Templo

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Bullying-11

“É um anglicismo usado para descrever atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder” . A definição que o Wikipedia nos dá sobre o vocábulo que nomeia nosso texto já nos remete à situação opressiva a que são submetidas muitos indivíduos, nos mais variados ambientes e ocasiões, por colegas de trabalho e escola, ou mesmo por familiares e pessoas próximas.

Classicamente relacionada ao ambiente escolar, esse foi o termo utilizado para definir também uma situação pela qual passam muitos de nossos jovens, e que reflete diretamente em seus desempenhos, no contexto escolar ou fora dele.  Não é muito difícil de se imaginar a dificuldade que é conciliar as obrigações acadêmicas ou laborais com a angústia da expectativa pela próxima ofensa ou agressão, rotina de muitos.

Nessa conjuntura montada pelo misto de impotência com indignação diante da pequenez frente ao opressor, o psicológico da vítima, muitas vezes jovens com mente e personalidade em formação, é seriamente comprometido. O resultado costuma ser trágico: cidadãos traumatizados, com uma idéia de convívio totalmente deturpada, buscando na timidez e retração social a fuga do “mundo” hostil em que vive. Tal fato se refletirá (negativamente) nos seus relacionamentos, na sua maneira desconfiante de lidar com pessoas e circunstâncias ao seu redor.

Diante dessa situação e de nossa obrigação cristã nesse mundo negro, estejamos sempre atentos ao nosso redor, procurando ansiosamente uma oportunidade de levar a Palavra a alguém necessitado, angustiado pela violência que sofre, porém desconhecedor do quão maravilhosa, confortante e suficiente é a oferta do Pai para seus filhos. Munidos de nosso testemunho e experiência com Cristo, busquemos mostrar a abundância da graça de Deus, mesmo diante de situações adversas e traumatizantes, e que a fortaleza que Ele nos oferece é mais segura que nossas soluções humanas, sempre frágeis e carregadas de efeitos colaterais.

Tão importante quanto atingir o agredido, é ter também o agressor como alvo, mostrando o quanto Deus abomina a necessidade de se sentir superior, usando de violência para tal, e o quanto Ele está disposto a lhe oferecer uma vida de redenção, objetivando, ao invés da busca incessante de poder, a dedicação à edificação própria e dos que o cercam.

“um irmão ajudado pelo irmão é como uma cidade fortificada; é forte como os ferrolhos dum castelo.” Provérbios 18.19

 

  • Fonte: Wikipedia, a enciclopédia livre.

 

 

Autor: Welison Gutherrez

AUTOR (A)

Emanuela Reis

Acadêmica de medicina, 21 anos, membro do corpo de Cristo, Igreja Batista da Glória em Teresina. Sou colunista do Cuidando do Templo e desejo ardentemente viver toda a minha vida para glorificar a Deus e desfrutá-la eternamente.

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